quarta-feira, 11 de abril de 2012

Linguagens infantis

Esse texto é realmente muito interessante, na parte de Maria Cristina Rizzoli ela diz que a historia contada é muito diferente das historias que vemos na televisão, o computador e ela esta certa, pois quando vc conta oralmente, você consegue passar tudo aquilo que você realmente sente e consegue interagir com o ouvinte e fazer ele se interessar cada vez mais, o melhor das historias, é que ela mexe com a imaginação das pessoas, tanto do contador quanto do ouvinte, ela é uma forma tambem de aprendizado, nelas você pode passar mensagens, conceitos, educação, enfim, tudo e isso lembra aquela famosa frase "e a moral da historia é...", todas sempre passam algo que quem escuta pode levar pra vida toda, ajudando no desenvolvimento da criança.

quinta-feira, 22 de março de 2012

O caderno

O caderno esta pesente em varios momentos da nossa vida, pinciplmente na infancia, onde a ciança a ciança usa ele paa varias coisas, tanto no inicio da alfabetizaçao, quanto nos desenhos, expressando sua imaginaçao.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Minha infância

A minha infância não foi muito diferente das de outras pessoas, eu ia pra escola, brincava, conversava com meus amiguinhos, assistia vários programas, principalmente os desenhos japoneses (animes) e os desenhos da Disney, eu tinha uma coleção de fitas de vídeo, assistia varias vezes o mesmo filme, brincava de Barbie, de pular corda, de roda com as minhas amigas e com a minha irmã gêmea, cantava varias musicas infantis, desde Xuxa, até Eliana e Angelica e jogava muito vídeo game, eu tive vários, Master System, Super Nintendo, PlayStation e PlayStation2, adorava todos os jogos, zerava todos que eu tinha, era a maior diversão da época.
Bem, como eu disse, minha infância não foi diferente, eu apenas fazia o que qualquer criança fazia e era muito feliz e isso até hoje. =D

terça-feira, 6 de julho de 2010

O video com a entrevista esta so no blog da Suelen.
a pagina do blog dela é essa:
http://trbalhosuerj.blogspot.com/

segunda-feira, 5 de julho de 2010

1-
a)Um prédio bem conservado, salas e carteiras dentro das salas boas, quadra desportiva grande, espaço para monitoria e pátios com sofás e televisão.

b)Administração da escola interessada e com isso todo ano acontece melhorias na escola.

c)Tudo que acontece de errado com alunos os pais ficam sabendo e a escola não mostra desinteresse em ajudar os alunos.

2- Actividades que envolva mais os pais não só em reuniões, assim que terminasse a jornada escolar os alunos poderiam ficar mais tempo na escola para fazer revisões e aula de esforço.

3- Algumas escolas procuram desenvolver actividades culturais com o objectivo de envolver os alunos em projectos sociais e incluir a comunidade nas actividades da escola. ex: gincanas escolares, olimpíadas desportivas entre varias escolas e projectos de arrecadação de alimento.

4- A escola juntamente com os profissionais se unem para que haja projectos pedagógicos, assim obtendo uma melhora no convívio social ora do âmbito escolar.

5- As instituições escolares deveriam analisar melhor suas teses de aprendizagem. É necessário que a escola busque maneiras que façam o aluno ase interessar mais pelo estudo, fazendo as aulas serem produtivas.

6- As avaliações que a escola da aos alunos servem de muita coisa, pois os alunos aprendem e intendem o professor, e são capacitados para fazerem uma prova externa.

Escola sem muros

A escola encontra-se numa área aberta. Os alunos formam grupos heterogêneos, não estando classificados, agrupados ou distribuídos por turmas nem por anos de escolaridade que, na prática, não existem. Não há salas de aula mas sim espaços de trabalho, onde não existem lugares fixos. Essa subdivisão foi substituída, com vantagens, pelo trabalho em grupo heterogéneo de alunos. Do mesmo modo, não há um professor encarregado de uma turma ou orientador de um grupo; em vez disso, todos os alunos trabalham com todos os orientadores educativos.

A escola está organizada por 3 núcleos:

Iniciação
Consolidação
Aprofundamento

Os orientadores estão organizados por dimensões:

Artística
Identitária
Linguística
Lógico-matemática
Naturalista

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Respostas das perguntas do texto Uma escola para a modernidade em crise: considerações sobre a ampliação das funções da escola fundamental.

a) Há cerca de dez anos vem ocorrendo em vários pontos do Brasil a implantação de projetos no setor público de educação fundamental que se caracterizam pela dilatação da jornada escolar diária e pelo aumento das responsabilidades educacionais da escola.

b) Os professores não se sentem preparados para essas novas responsabilidades, pois o modelo educacional tem mudado com a modernidade e as dificuldades encontradas.

c) Com a ampliação da escola fundamental se reforçam o controle social no sentido dos alunos ficarem dentro da escola, porem sem desenvolver um aspecto especifico de educação para esse aluno como nos países de primeiro mundo que inclui atividades culturais, esporte e lazer e não para servir como desenvolvimento democrático ou de ter interesse na emancipação.

d) Entretanto, muito autores desenvolvem argumentações críticas à modernidade e as suas categorias, que caminhão em direçoes mais complexas e menos céticas. Tais argumentações, em vez de reduzir, ampliam a possibilidade de pensar uma educação escolar que contenha elementos críticos e emancipatórios.
Ernesto Laclau, por exemplo, afirma que é o status antalogico das categorias globais centrais do discurso da modernidade, e não seu conteúdo que esta em questão e isso, "longe de ser um fenómeno negativo, representa uma enorme ampliação do conteúdo e da operacionalidade dos valores da modernidade, tornando possível estabelece los em bases mais solidas do que aquelas do projeto do iluminismo"(Laclau 1992.p.131)
Nesse caso, a critica a modernidade não implica um abandono dos valores iluministas, mas, sim, um enfraquecimento de seu carater absolutista. Esse enfraquecimento levaria a uma maior coinsciencia das operações estratégicas e discursivas ligadas a adesão e a defesa desses mesmos valores. Nesse sentido, portanto, reforça-lo-ia.

e) Com o conceito de razão comunicativa. Herbemas afirma o carater contingente da razão, ou seja, identifica uma razão pragmática, não transcendente, mas que, ao mesmo tempo, abriga a possibilidade da universalidade pelo fato de as estruturas do entendimento linguístico "constituírem um limite, um elemento intransponivel para tudo aquilo q pretende ter validez no interior de formas de vida estruturadas linguisticamente"(Habermas 1990.p.176). A natureza comunicativa da razão reafirma por si mesma a possibilidade da permeabilidade e do encontro das diferenças.

f) Se a ampliação das funções da escola fundamental propicia a explicação do caráter político da experiência pedagógica, isso se deve a intensificação das relações pessoais, comunicativas e educacionais que proporciona e que é a base para a ligação da escola e do currículo com o mundo de fato e, portanto, com a dimensão política. No entretanto, de que maneira essa explicação, do político pode se dar na relação pedagógica sem descaracterizá-la, destituindo-a de seu papel educativo básico? A pergunta nos obriga a uma reflexão sobre o significado essencial da experiência escolar.